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21/02/2010

Aula Química

LÂMPADA INCANDESCENTE X LÂMPADA FLUORESCENTE

 
     Thomas Alva Edison em 1879 construiu a primeira lâmpada incandescente ou lâmpada elétrica, ela é um dispositivo elétrico que transforma energia elétrica em energia luminosa e energia térmica. Esse tipo de lâmpada possui um filamento constituído pelo metal tungstênio (W), cuja temperatura de trabalho chega a 3000°C. Para evitar que os filamentos entrem em combustão e se queimem rapidamente, remove-se todo o ar da lâmpada, enchendo-a com a mistura de gases inertes, nitrogênio e argônio ou criptônio.
     Quando se aciona um interruptor, a corrente elétrica passa pela lâmpada através de duas gotas de solda de prata que se encontram na parte inferior, e em seguida, ao longo de fios de cobre que se acham firmemente fixados dentro de uma coluna de vidro. Entre as duas extremidades dos fios de cobre estende-se um outro fio muito fino chamado filamento. Quando a corrente passa por este último, torna-o incandescente, produzindo luz.
     O rendimento da lâmpada incandescente é minimo: apenas o equivalente a 5% da energia elétrica consumida é transformado em luz, os outros 95% são transformados em calor.
     A lâmpada fluorescente é um tipo de lâmpada criado por Nikola Tesla, introduzida no mercado consumidor em 1938. Possui grande eficiência por emitir mais energia eletromagnética em forma de luz do que calor. Além de serem de duas a quatro vezes mais eficientes em relação às lâmpadas incandescentes, as fluorescentes chegam a ter vida útil acima de dez mil horas de uso, chegando normalmente à marca de vinte mil horas de uso, contra a durabilidade normal de mil horas das incandescentes. E também geram uma econômia de 80% (lâmpada de 15 W fluorescente comparada a uma lâmpada incandescente de 60 W).
     A lâmpada fluorescente é um tubo de vidro revestido internamente com um pó fluorescente (geralmente fósforo) e preenchida com um gás raro inerte (argônio). A corrente que atravessa o tubo produz a luz. Esta corrente deve ser limitada e estabilizada pelo reator para manter as características de funcionamento da lâmpada. Quando o reator não tem as características elétricas adequadas, ele estabiliza a corrente acima ou abaixo da necessária, causando queima prematura ou baixa emissão de luz, além do superaquecimento que aumenta o consumo, transformando a energia em calor e prejudicando a segurança da instalação (com risco de curtos-circuitos e incêndios).
     Quando comparadas às incandescentes, as lâmpadas fluorescentes compactas possuem, como características principais, a vida útil maior e o consumo menor de energia elétrica. Em contrapartida, são comercializadas por um preço mais elevado. Portanto, sua utilização só é justificada se as características relacionadas à economia forem atendidas. A utilização destas lâmpadas representa ainda uma redução significativa da exploração dos recursos naturais pois, quanto menor o consumo de energia, menor será a necessidade de novas usinas para produzí-la.

27/01/2010

RADIOATIVIDADE



Hiroshima, 6 de agosto de 1945, um avião militar norte-americano, lança uma bomba atômica matando 125 mil pessoas em poucas horas. Três dias depois, os militares lançam outra bomba atômica, desta vez sobre a cidade de Nagasaki, noventa mil mortos. A humanidade entra na era nuclear.
O término da Segunda Guerra Mundial foi o início de uma época que se prolonga até nossos dias, marcada por extremos que não deixam de ser preocupantes. De um lado, temos as intensas pesquisas sobre aplicações da radioatividade emitida por alguns átomos, na medicina, na indústria e na agricultura. De outro lado temos a polêmica utilização da radioatividade em usinas nucleares como fontes de energia elétrica, do problema de armazenamento do lixo atômico e da ameaça de um novo conflito nuclear.
O que você diria a respeito da radioatividade: ela é benéfica ou maléfica à sociedade?